#TrueStory 1: Love never lasts

(Tag nova nesse blog tão parado. Todo mundo sabe o que significa #TrueStory, então menos papo e bora tirar as teias de aranha daqui, sem enrolação.)

De toda a letra da canção, pegue apenas esse trecho abaixo. Não a letra completa. Esse trechinho é um baita #TrueStory, particularmente.

“…maybe I know, somewhere deep in my soul, that love never lasts, and we’ve got to find other ways to make it alone or keep a straight face. And I’ve always lived like this, keeping a comfortable distance. Up until now I had sworn to myself that I’m content with loneliness, because none of it was ever worth the risk…”

(tradução aos não-inglesados: ...talvez eu sei, em algum lugar dentro de mim, que o amor nunca dura, e a gente tem que achar outros jeitos de seguir em frente sozinhos, ou manter a cabeça erguida. E eu sempre vivi desse jeito, mantendo uma distância segura. Até agora eu jurei pra mim mesmo que me contento com a solidão, porque nada disso nunca valeu a pena…)

Não vai pensando que essa música é uma baladinha romântica, e me parece que todo mundo acha que é. Mas eu duvido que a Hayley escreveu a letra pensando em amorzinho, e me baseio no álbum pra afirmar isso. Ela disse em shows e entrevistas que nos seus 18~19 anos estava num período bem tenso da vida e não conseguia ser otimista com quase nada. O resultado é o Brand New Eyes, um rock bem feito, mas com todas as letras contendo mágoa, ressentimento, ironia, saudade (aquela que dói), tristeza. Então não faz sentido nenhum ter uma canção amorzinho aqui. E por isso mesmo eu sempre costumava pular essa música. Agora faço questão de ouvir e dar atenção em dobro à essa estrofe. E só a ela (e um pouco da primeira estrofe, já que minha mãe “broke her own heart and I watched as she tried to reassemble it”). Sem entrar no mérito do refrão.

É, talvez o amor nunca dure. Ou como diz meu amigo Johnnÿ Dias (o maior Olindense de todos os tempos): O amor é uma invenção de algum Neanderthal imbecil que mascou maconha estragada e criou essa baboseira.

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(but i’m on my way to believe in… i guess…)

#TrueStory 1: Love never lasts

Salvem o Humbug! Ou: crescendo com a banda que se ouviu desde a primeira demo de álbum

Originalmente postado no (sensacional!) blog Dialetos & Coisas Boas.
Acessem o blog ou um macaco gigante do ártico vai cair na sua cabeça.
Tá avisado. 😛
Vamos ao post! 😉


 

Não é segredo pra ninguém que Arctic Monkeys caiu na boca (e nos ouvidos) de todo mundo. As ‘molieres’ só não jogam a calcinha no palco, no melhor estilo Wando, porque… sei lá, porque o palco é muito alto e distante? Hehe. Enfim. Eles não são uma banda romântica, apesar dessa temática ser corriqueira nas canções. Mas são uma banda que virou “modinha” (fama, né?) mas que pra mim tem ainda um certo valor. E por que não teria? Porque eu sou um cara meio (ou mais que meio) underground, um tanto indie. E, se uma banda dita indie alcança o mainstream, deixou de ser indie faz tempo…

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Salvem o Humbug! Ou: crescendo com a banda que se ouviu desde a primeira demo de álbum

#FlashbackFriday #4: O primeiro rock a gente não esquece!

Depois de duas semanas de muita nostalgia no blog Dialetos & Coisas Boas e preparando um post pro portal O Propagador, relembrando os 10+ que saíram há 10 anos atrás (e ainda esquecemos muita coisa boa 😦 ), escrevendo fofurice, algo que eu raramente faço, e ~principalmente~ relembrando o primeiro momento marcante com alguma arte, acabei tendo a ideia pra esse #FF.

It’s flashback time, baby!
Vamo nessa.

#FlashbackFriday #4: O primeiro rock a gente não esquece!

John says to live above hell…

2000.
O novo milênio.
O bug do milênio.
E o Phil com 6 anos, tão inocente quanto John Mayer em “83”. Ouvidos ainda noobs, mas que dariam um passo (ou uma ouvida) importante.
Ah meus amigos, a primeira vez a gente nunca esquece!
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#FlashbackFriday #4: O primeiro rock a gente não esquece!