Goodbye for Now, 2016.

No 1º semestre desse ano eu escrevi um texto pra colocar aqui nesse blog tão parado. Eu sempre prometo que voltarei a escrever com frequência aqui, mas eu já me acostumei a me sabotar (o que é terrível). Daí aproveitei esse período de greve na universidade pra adiantar o TCC e uns projetos pessoais, e num tempo livre dei de cara com o tal texto. Fiquei triste de saber que nada mudou, mas feliz de saber que, por ainda me representar, posso colocar aqui pra tentar ajudar alguém que passe pela mesma babaquice que eu vivo.

Aí vai.

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Cara, eu andei muito estressado. Muito atarefado. Fiz um monte de merda por aí. Graças a Deus não entrei em colapso. Pra falar a verdade, a sensação que eu tenho é que entrei em colapso e ainda não percebi, e estou andando igual um zumbi, no automático. Dos meus fones, só saíam músicas que serviam pra me empurrar, pra me forçar a viver aquele dia e completar as tarefas diárias, ou pelo menos sobreviver e fazer o suficiente pra ter nota mínima nas matérias. E na maioria das vezes, não dava certo

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Goodbye for Now, 2016.

Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Meu fim de ano é sempre uma droga.

Eu sou tão despreocupado com datas e o escambau que não só não faço questão de lembrar nem comemorar como acho esquisito quando outros os fazem. Vem meu aniversário (10/12) e entendo que (quase) todos me dão parabéns porque querem me ver bem (quase, porque alguns só fazem no automático mesmo, e não reclamo porque sou desses também). Mas, cara… é só um dia, saca?

A gente tem 365 dias num ano pra falar uns com os outros mas nem falamos, por que diabos somente em um deles tudo muda? E nem muda! Até parece que a gente é um aplicativo que a cada aniversário sai uma versão nova, com aprendizados novos, habilidades novas, sabores, cores, cheiros e toques novos, etc e tal. Nada… a vida é contínua, é uma linha, e a cada segundo que passa não somos mais os mesmos de um segundo atrás. Juramos que somos, mas não somos…

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Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Rapidinha #1: Levita

Eu juro que na próxima vez que eu ler alguém falando que um cantor/músico cristão é um levita eu vou mandar esse vídeo pra ele:

Aí eu preciso perguntar: o músico cristão faz isso?

Não?

Então não chame de levita, ok? 😛

Okay… Levita era quem nascia na tribo de Levitrocentos anos atrás, e não eram somente músicos: eram servos do tabernáculo/templo e palácio e etc e tal, faziam bastante coisa no antigo reino de Israel. Antigo Testamento aqui!

Ora, hoje todo mundo é servo! Todo cristão é servo! Jesus deixou esse exemplo pra todos serem como Ele, e ele que era O SENHOR lavou os pés dos discípulos dele. Então por que não chamam todos de levitas? Ah, claro… é porque o músico tem visibilidade. Tem status. Todo mundo o vê, todos o seguem, todos querem copiar ou ao menos tirar uma casquinha, andar com ele no recreio e pá. 8)

Eu sou músico em minha comunidade. Sei como essa visibilidade é uma merda. Mas graças a Deus meus irmãos todos sabem que sou como eles. Não sou um “levita”, como se eu fosse de uma raça separada e acima dos outros. Sou um servo de todos.

Então, não me chame de levita, ok? 😛

Tchau!

Rapidinha #1: Levita

Segundamente #2: Contra o em-vão-gelicalismo e a favor de um avivamento real!

Hey!
Em princípio, o começo desse post pode parecer apenas um monte de esbravejos. Esse início do texto foi escrito já tem um tempo, porém ainda o julgo verdadeiro, e gosto do seu teor confrontador. Então, pra ficar mais completo, escrevi mais coisas do meio pro final, mas ficou BEM grande, viu. Procure tempo se quiser ler.
Então, lá vai:

Segundamente #2: Contra o em-vão-gelicalismo e a favor de um avivamento real!

“Enquanto as mulheres chorarem, como choram agora, eu lutarei;
Enquanto criancinhas passarem fome, como passam agora, eu lutarei;
Enquanto homens passarem pelas prisões, entrando e saindo, entrando e saindo,
Como eles o fazem agora, eu lutarei;
Enquanto há um bêbado remanescente,
Enquanto há uma pobre menina perdida nas ruas,
Enquanto restar uma alma que seja nas trevas, sem a luz de Deus — eu lutarei,
Eu lutarei até ao último instante.”
– General William Booth, fundador do Exército da Salvação, na sua última pregação.

“O milagre do avivamento é bem semelhante ao de uma colheita de trigo. Ele desce do céu quando crentes heróicos entram na batalha decididos a vencer ou morrer — e, se for necessário, vencer e morrer. ‘O reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.'”
– Charles Finney

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Segundamente #2: Contra o em-vão-gelicalismo e a favor de um avivamento real!

Perdão.

“Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: ‘Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete'”. (Mateus 18:21-22.)

Esta passagem vem logo após Jesus ter tratado daquele pecador incorrigível, “Se teu irmão tiver pecado…” etc e tal, onde nesse caso o pecador escuta a parte ofendida, ou algumas testemunhas, ou então toda a comunidade. Mas aí outra questão surge. Quantas vezes essa pessoa deve ser perdoada? Pedro, sempre dando uma de porta-voz, responde a si mesmo, com o que imagina ser uma resposta generosa: “Até sete vezes?” Porém, Jesus o corrige e surpreende quando responde: setenta vezes sete.
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Perdão.

Blá blá blá e o verdadeiro sentido da páscoa (não necessariamente nesta ordem)

Pra você que ficou ontem de saco cheio com um monte de gente falando aqui e ali sobre o verdadeiro sentido da Páscoa, sobre Jesus, sobre Isaías 53, Romanos 6, Lucas 22, etc e tal: Relaxe o bigode. Não tem pq ficar de saco cheio. Jesus morreu justamente pra tirar esse teu saco cheio das tuas mãos, melhorar teu humor, te dar bons motivos (a.k.a. Ele mesmo) pra viver e sorrir, e colocou o teu saco cheio de estresse, tédio, tensão, agonia, dúvidas, mimimis, e principalmente pecado (que aliás gera todos os anteriores e muito mais) nas costas Dele, levando embora essa tralha toda e trazendo um jugo suave e um fardo leve pra mim e pra você, que somos peregrinos nesse planeta. Ele veio dar vida, tanta que você não faz ideia. Duvida? Dá uma chance. Na prática. Continuar lendo “Blá blá blá e o verdadeiro sentido da páscoa (não necessariamente nesta ordem)”

Blá blá blá e o verdadeiro sentido da páscoa (não necessariamente nesta ordem)