Aleatoriedade #3: Minha opinião de bosta sobre MERITOCRACIA

Eu sinceramente não entendo esse auê acerca da meritocracia. Parece que todo mundo se contorce ao ouvir essa palavra tanto quanto eu me contorço quando me chamam de reaça, de direita, de conservador (politicamente, sou liberal). Enfim, meritocracia é algo tão simples que eu nem deveria ter escrito um textão do tamanho do mundo há uns tempos atrás, então resolvi reescrever com foco e, se possível, simplicidade. SPOILER: Falhei e o texto ficou maior que o anterior, mas o foco ficou muito melhor.

O dicionário explica isso tudo facilmente. Se vocês que estão lendo preferem dar outro sentido à palavra, problema de vocês. Mas vamos resolver isso de maneira fácil, rápida e indolor. Começaremos decompondo a palavra. Meritocracia = mérito + cracia, ok? Qualquer um que já tenha estudado português sabe que -cracia indica governo, doutrina. Então, meritocracia seria algo como “governo do mérito”.

E o que diabos é mérito? Vejamos…

Mérito. Aquilo que faz com que uma pessoa seja digna de elogio, de recompensa; merecimento. Qualidade apreciável de uma coisa ou de uma pessoa.

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Aleatoriedade #3: Minha opinião de bosta sobre MERITOCRACIA

#TrueStory 1: Love never lasts

(Tag nova nesse blog tão parado. Todo mundo sabe o que significa #TrueStory, então menos papo e bora tirar as teias de aranha daqui, sem enrolação.)

De toda a letra da canção, pegue apenas esse trecho abaixo. Não a letra completa. Esse trechinho é um baita #TrueStory, particularmente.

“…maybe I know, somewhere deep in my soul, that love never lasts, and we’ve got to find other ways to make it alone or keep a straight face. And I’ve always lived like this, keeping a comfortable distance. Up until now I had sworn to myself that I’m content with loneliness, because none of it was ever worth the risk…”

(tradução aos não-inglesados: ...talvez eu sei, em algum lugar dentro de mim, que o amor nunca dura, e a gente tem que achar outros jeitos de seguir em frente sozinhos, ou manter a cabeça erguida. E eu sempre vivi desse jeito, mantendo uma distância segura. Até agora eu jurei pra mim mesmo que me contento com a solidão, porque nada disso nunca valeu a pena…)

Não vai pensando que essa música é uma baladinha romântica, e me parece que todo mundo acha que é. Mas eu duvido que a Hayley escreveu a letra pensando em amorzinho, e me baseio no álbum pra afirmar isso. Ela disse em shows e entrevistas que nos seus 18~19 anos estava num período bem tenso da vida e não conseguia ser otimista com quase nada. O resultado é o Brand New Eyes, um rock bem feito, mas com todas as letras contendo mágoa, ressentimento, ironia, saudade (aquela que dói), tristeza. Então não faz sentido nenhum ter uma canção amorzinho aqui. E por isso mesmo eu sempre costumava pular essa música. Agora faço questão de ouvir e dar atenção em dobro à essa estrofe. E só a ela (e um pouco da primeira estrofe, já que minha mãe “broke her own heart and I watched as she tried to reassemble it”). Sem entrar no mérito do refrão.

É, talvez o amor nunca dure. Ou como diz meu amigo Johnnÿ Dias (o maior Olindense de todos os tempos): O amor é uma invenção de algum Neanderthal imbecil que mascou maconha estragada e criou essa baboseira.

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(but i’m on my way to believe in… i guess…)

#TrueStory 1: Love never lasts

FELIZ ANO NOVO!!!

Passou o carnaval, né? Então feliz ano novo, Brasil.

Agora as coisas começarão a funcionar nesse país, pra esse ano.

Ou não.

Mas talvez esse blog funcione! Ou não! Ê lasquêra…

É, eu estou meio preguiçoso e meio atarefado. E num bloqueio criativo que não me permite nem criar uma piada que tenha pelo menos 10 centavos de graça. Mas se Jesus permitir eu conseguirei escrever alguma coisa inútil e desagradável o suficiente pra colocar nesse brog.

Até a volta. Abraço forte.

FELIZ ANO NOVO!!!

Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Meu fim de ano é sempre uma droga.

Eu sou tão despreocupado com datas e o escambau que não só não faço questão de lembrar nem comemorar como acho esquisito quando outros os fazem. Vem meu aniversário (10/12) e entendo que (quase) todos me dão parabéns porque querem me ver bem (quase, porque alguns só fazem no automático mesmo, e não reclamo porque sou desses também). Mas, cara… é só um dia, saca?

A gente tem 365 dias num ano pra falar uns com os outros mas nem falamos, por que diabos somente em um deles tudo muda? E nem muda! Até parece que a gente é um aplicativo que a cada aniversário sai uma versão nova, com aprendizados novos, habilidades novas, sabores, cores, cheiros e toques novos, etc e tal. Nada… a vida é contínua, é uma linha, e a cada segundo que passa não somos mais os mesmos de um segundo atrás. Juramos que somos, mas não somos…

para-um-outro-dia-novas-chances

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Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Rapidinha #2: consideração inútil de fim de ano

Pensando um pouco aqui, e voltando no tempo.

É muito louco pensar que eu me formei na faculdade, mas que a formatura não serviu pra bosta nenhuma.

Explico.

Eu estudo Ciência da Computação (bacharelado). Se você, amigo leitor, se considera um nerd, ou faz Exatas no 3º ano de sua escola e pensa em colocar Computação, CORRE ou então AME COM TODAS AS FORÇAS. No meu caso, estou sentindo minhas forças indo embora mas ainda assim prossigo no curso e falta pouco pra eu terminar.

“Ué, mas cê não tinha dito que se formou?”

bcc ufrpe
BCC UFRPE. Conceito 5 no ENADE, caramba! Tem pra ninguém!

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Aleatoriedade #2: Meritocracia, Mercedes, mercado, música ruim e minha opinião de bosta

Alô!
Textão à vista!

Outro dia eu vi um post no grupo do Facebook chamado “F1 – Fórmula 1 Brasil“, cujo nome explica sobre o que é o grupo, e o post falava sobre meritocracia. Lá, o autor do post dizia:

“Segundo a logica da meritocracia, o Stevens tem as mesmas chances de ser campeão que o Hamilton BASTA ELE SE ESFORÇAR!”

hamilton-stevens

Depois ele editou e acrescentou o seguinte: “Exclarecimento: o sentido em que dei (quis dar) a postagem foi que NA TESE se a manor se esforçar teria os mesmos resultados da mercedes e foi NESTE SENTIDO que eu mencionei a meritocracia. E nao eu nao estou criticando a ideologia de vida de ninguem voces e que nao tinham entendido antes”

Ê diacho… lá vem confusão.

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Aleatoriedade #2: Meritocracia, Mercedes, mercado, música ruim e minha opinião de bosta