Salvem o Humbug! Ou: crescendo com a banda que se ouviu desde a primeira demo de álbum

Originalmente postado no (sensacional!) blog Dialetos & Coisas Boas.
Acessem o blog ou um macaco gigante do ártico vai cair na sua cabeça.
Tá avisado. 😛
Vamos ao post! 😉


 

Não é segredo pra ninguém que Arctic Monkeys caiu na boca (e nos ouvidos) de todo mundo. As ‘molieres’ só não jogam a calcinha no palco, no melhor estilo Wando, porque… sei lá, porque o palco é muito alto e distante? Hehe. Enfim. Eles não são uma banda romântica, apesar dessa temática ser corriqueira nas canções. Mas são uma banda que virou “modinha” (fama, né?) mas que pra mim tem ainda um certo valor. E por que não teria? Porque eu sou um cara meio (ou mais que meio) underground, um tanto indie. E, se uma banda dita indie alcança o mainstream, deixou de ser indie faz tempo…

51806

Continuar lendo “Salvem o Humbug! Ou: crescendo com a banda que se ouviu desde a primeira demo de álbum”

Salvem o Humbug! Ou: crescendo com a banda que se ouviu desde a primeira demo de álbum

FELIZ ANO NOVO!!!

Passou o carnaval, né? Então feliz ano novo, Brasil.

Agora as coisas começarão a funcionar nesse país, pra esse ano.

Ou não.

Mas talvez esse blog funcione! Ou não! Ê lasquêra…

É, eu estou meio preguiçoso e meio atarefado. E num bloqueio criativo que não me permite nem criar uma piada que tenha pelo menos 10 centavos de graça. Mas se Jesus permitir eu conseguirei escrever alguma coisa inútil e desagradável o suficiente pra colocar nesse brog.

Até a volta. Abraço forte.

FELIZ ANO NOVO!!!

Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Meu fim de ano é sempre uma droga.

Eu sou tão despreocupado com datas e o escambau que não só não faço questão de lembrar nem comemorar como acho esquisito quando outros os fazem. Vem meu aniversário (10/12) e entendo que (quase) todos me dão parabéns porque querem me ver bem (quase, porque alguns só fazem no automático mesmo, e não reclamo porque sou desses também). Mas, cara… é só um dia, saca?

A gente tem 365 dias num ano pra falar uns com os outros mas nem falamos, por que diabos somente em um deles tudo muda? E nem muda! Até parece que a gente é um aplicativo que a cada aniversário sai uma versão nova, com aprendizados novos, habilidades novas, sabores, cores, cheiros e toques novos, etc e tal. Nada… a vida é contínua, é uma linha, e a cada segundo que passa não somos mais os mesmos de um segundo atrás. Juramos que somos, mas não somos…

para-um-outro-dia-novas-chances

Continuar lendo “Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas”

Segundamente #3: Fim de ano, Aniversário, Natal, Ano Novo, e qualquer outro dia. Ou: textão do mané que esquece as datas

Rapidinha #2: consideração inútil de fim de ano

Pensando um pouco aqui, e voltando no tempo.

É muito louco pensar que eu me formei na faculdade, mas que a formatura não serviu pra bosta nenhuma.

Explico.

Eu estudo Ciência da Computação (bacharelado). Se você, amigo leitor, se considera um nerd, ou faz Exatas no 3º ano de sua escola e pensa em colocar Computação, CORRE ou então AME COM TODAS AS FORÇAS. No meu caso, estou sentindo minhas forças indo embora mas ainda assim prossigo no curso e falta pouco pra eu terminar.

“Ué, mas cê não tinha dito que se formou?”

bcc ufrpe
BCC UFRPE. Conceito 5 no ENADE, caramba! Tem pra ninguém!

Continuar lendo “Rapidinha #2: consideração inútil de fim de ano”

Rapidinha #2: consideração inútil de fim de ano

Rapidinha #1: Levita

Eu juro que na próxima vez que eu ler alguém falando que um cantor/músico cristão é um levita eu vou mandar esse vídeo pra ele:

Aí eu preciso perguntar: o músico cristão faz isso?

Não?

Então não chame de levita, ok? 😛

Okay… Levita era quem nascia na tribo de Levitrocentos anos atrás, e não eram somente músicos: eram servos do tabernáculo/templo e palácio e etc e tal, faziam bastante coisa no antigo reino de Israel. Antigo Testamento aqui!

Ora, hoje todo mundo é servo! Todo cristão é servo! Jesus deixou esse exemplo pra todos serem como Ele, e ele que era O SENHOR lavou os pés dos discípulos dele. Então por que não chamam todos de levitas? Ah, claro… é porque o músico tem visibilidade. Tem status. Todo mundo o vê, todos o seguem, todos querem copiar ou ao menos tirar uma casquinha, andar com ele no recreio e pá. 8)

Eu sou músico em minha comunidade. Sei como essa visibilidade é uma merda. Mas graças a Deus meus irmãos todos sabem que sou como eles. Não sou um “levita”, como se eu fosse de uma raça separada e acima dos outros. Sou um servo de todos.

Então, não me chame de levita, ok? 😛

Tchau!

Rapidinha #1: Levita

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Essa é uma bela ilustração da realidade da geração Y. Que, por sinal, é a minha geração (nasci em 93) e as mesmas coisas que o texto diz aconteceram: o que meus avós fizeram e disseram a meus pais, o que meus pais fizeram e me disseram (sendo que eu fui menos mimado pq nasci em periferia, não dava tempo de mimar, tinha que correr atrás mesmo) e os perrengues que eu passo agora enquanto termino uma faculdade que até acho legal mas nunca quis fazer e é irritantemente difícil e desregulada. E, claro, toda a parte das mídias sociais e do ideal de vida perfeita… ledo engano, ledo engano.
Vale MUITO a pena ler e compartilhar por aí.

Demografia Unicamp

Esta é a Ana.

Ana é parte da Geração Y, a geração de jovens nascidos entre o fim da década de 1970 e a metade da década de 1990. Ela também faz parte da cultura Yuppie, que representa uma grande parte da geração Y.

“Yuppie” é uma derivação da sigla “YUP”, expressão inglesa que significa “Young Urban Professional”, ou seja, Jovem Profissional Urbano. É usado para referir-se a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta. Os yuppies em geral possuem formação universitária, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. – Wikipedia

Eu dou um nome para yuppies da geração Y — costumo chamá-los de “Yuppies Especiais e Protagonistas da Geração Y”, ou “GYPSY” (Gen Y Protagonists & Special Yuppies). Um GYPSY é um tipo especial de…

Ver o post original 1.588 mais palavras

Porque os jovens profissionais da geração Y estão infelizes

Aleatoriedade #2: Meritocracia, Mercedes, mercado, música ruim e minha opinião de bosta

Alô!
Textão à vista!

Outro dia eu vi um post no grupo do Facebook chamado “F1 – Fórmula 1 Brasil“, cujo nome explica sobre o que é o grupo, e o post falava sobre meritocracia. Lá, o autor do post dizia:

“Segundo a logica da meritocracia, o Stevens tem as mesmas chances de ser campeão que o Hamilton BASTA ELE SE ESFORÇAR!”

hamilton-stevens

Depois ele editou e acrescentou o seguinte: “Exclarecimento: o sentido em que dei (quis dar) a postagem foi que NA TESE se a manor se esforçar teria os mesmos resultados da mercedes e foi NESTE SENTIDO que eu mencionei a meritocracia. E nao eu nao estou criticando a ideologia de vida de ninguem voces e que nao tinham entendido antes”

Ê diacho… lá vem confusão.

Continuar lendo “Aleatoriedade #2: Meritocracia, Mercedes, mercado, música ruim e minha opinião de bosta”

Aleatoriedade #2: Meritocracia, Mercedes, mercado, música ruim e minha opinião de bosta