Eu nunca tive muito a ver com ela…

Eu não lembro bem o dia que troquei alguma palavra com ela. Na verdade, não sei nem quando a vi pela primeira vez. Deve ter sido perto das férias de meio de ano, entre eventos, aulas enfadonhas e provas estressantes. Como eu nunca fui de muitos amigos, nem muito observador, e ela não era de minha turma, levou esse tempo mesmo. O que lembro exatamente foi um dia fazendo um som com um mano meu. Cara, eu toco violão bem mais ou menos, esse meu mano toca bem, mas talvez pelo alinhamento das estrelas ou por interferência dos aviões que passavam eu toquei até bem e ele nem deu show. Claro que juntou gente, sempre junta gente, os mano zoeiro, as maria-palheta da vida, os fãs de música boa, e os curiosos de sempre. E ela tava lá no meio das amigas e amigos. Toquei tentando não olhar pro lado dela, pra não dar bandeira, mas confesso que bateu aquele ciuminho instantâneo, pois tinha mais amigo que amiga perto dela…

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Ela nem fez nada.
Ela apenas se destacou no meio da galera…

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Um ano sem Jules. #JB17

(originalmente postado no meu facebook.)

Esse é um tipo de post que eu não gosto de escrever. É amargo demais. A gente que ama velocidade sabe que apesar da grande paixão por correr há riscos envolvidos. É uma faca de dois gumes. E meus olhos estão suando.

We miss you, Jules.

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Jules Bianchi na coletiva de imprensa pré-GP da Bélgica de 2014. (Foto: Reuters)

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Um ano sem Jules. #JB17