Aleatoriedade #3: Minha opinião de bosta sobre MERITOCRACIA

Eu sinceramente não entendo esse auê acerca da meritocracia. Parece que todo mundo se contorce ao ouvir essa palavra tanto quanto eu me contorço quando me chamam de reaça, de direita, de conservador (politicamente, sou liberal). Enfim, meritocracia é algo tão simples que eu nem deveria ter escrito um textão do tamanho do mundo há uns tempos atrás, então resolvi reescrever com foco e, se possível, simplicidade. SPOILER: Falhei e o texto ficou maior que o anterior, mas o foco ficou muito melhor.

O dicionário explica isso tudo facilmente. Se vocês que estão lendo preferem dar outro sentido à palavra, problema de vocês. Mas vamos resolver isso de maneira fácil, rápida e indolor. Começaremos decompondo a palavra. Meritocracia = mérito + cracia, ok? Qualquer um que já tenha estudado português sabe que -cracia indica governo, doutrina. Então, meritocracia seria algo como “governo do mérito”.

E o que diabos é mérito? Vejamos…

Mérito. Aquilo que faz com que uma pessoa seja digna de elogio, de recompensa; merecimento. Qualidade apreciável de uma coisa ou de uma pessoa.

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Aleatoriedade #3: Minha opinião de bosta sobre MERITOCRACIA

Goodbye for Now, 2016.

No 1º semestre desse ano eu escrevi um texto pra colocar aqui nesse blog tão parado. Eu sempre prometo que voltarei a escrever com frequência aqui, mas eu já me acostumei a me sabotar (o que é terrível). Daí aproveitei esse período de greve na universidade pra adiantar o TCC e uns projetos pessoais, e num tempo livre dei de cara com o tal texto. Fiquei triste de saber que nada mudou, mas feliz de saber que, por ainda me representar, posso colocar aqui pra tentar ajudar alguém que passe pela mesma babaquice que eu vivo.

Aí vai.

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Cara, eu andei muito estressado. Muito atarefado. Fiz um monte de merda por aí. Graças a Deus não entrei em colapso. Pra falar a verdade, a sensação que eu tenho é que entrei em colapso e ainda não percebi, e estou andando igual um zumbi, no automático. Dos meus fones, só saíam músicas que serviam pra me empurrar, pra me forçar a viver aquele dia e completar as tarefas diárias, ou pelo menos sobreviver e fazer o suficiente pra ter nota mínima nas matérias. E na maioria das vezes, não dava certo

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Goodbye for Now, 2016.

#TrueStory 1: Love never lasts

(Tag nova nesse blog tão parado. Todo mundo sabe o que significa #TrueStory, então menos papo e bora tirar as teias de aranha daqui, sem enrolação.)

De toda a letra da canção, pegue apenas esse trecho abaixo. Não a letra completa. Esse trechinho é um baita #TrueStory, particularmente.

“…maybe I know, somewhere deep in my soul, that love never lasts, and we’ve got to find other ways to make it alone or keep a straight face. And I’ve always lived like this, keeping a comfortable distance. Up until now I had sworn to myself that I’m content with loneliness, because none of it was ever worth the risk…”

(tradução aos não-inglesados: ...talvez eu sei, em algum lugar dentro de mim, que o amor nunca dura, e a gente tem que achar outros jeitos de seguir em frente sozinhos, ou manter a cabeça erguida. E eu sempre vivi desse jeito, mantendo uma distância segura. Até agora eu jurei pra mim mesmo que me contento com a solidão, porque nada disso nunca valeu a pena…)

Não vai pensando que essa música é uma baladinha romântica, e me parece que todo mundo acha que é. Mas eu duvido que a Hayley escreveu a letra pensando em amorzinho, e me baseio no álbum pra afirmar isso. Ela disse em shows e entrevistas que nos seus 18~19 anos estava num período bem tenso da vida e não conseguia ser otimista com quase nada. O resultado é o Brand New Eyes, um rock bem feito, mas com todas as letras contendo mágoa, ressentimento, ironia, saudade (aquela que dói), tristeza. Então não faz sentido nenhum ter uma canção amorzinho aqui. E por isso mesmo eu sempre costumava pular essa música. Agora faço questão de ouvir e dar atenção em dobro à essa estrofe. E só a ela (e um pouco da primeira estrofe, já que minha mãe “broke her own heart and I watched as she tried to reassemble it”). Sem entrar no mérito do refrão.

É, talvez o amor nunca dure. Ou como diz meu amigo Johnnÿ Dias (o maior Olindense de todos os tempos): O amor é uma invenção de algum Neanderthal imbecil que mascou maconha estragada e criou essa baboseira.

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(but i’m on my way to believe in… i guess…)

#TrueStory 1: Love never lasts

Eu nunca tive muito a ver com ela…

Eu não lembro bem o dia que troquei alguma palavra com ela. Na verdade, não sei nem quando a vi pela primeira vez. Deve ter sido perto das férias de meio de ano, entre eventos, aulas enfadonhas e provas estressantes. Como eu nunca fui de muitos amigos, nem muito observador, e ela não era de minha turma, levou esse tempo mesmo. O que lembro exatamente foi um dia fazendo um som com um mano meu. Cara, eu toco violão bem mais ou menos, esse meu mano toca bem, mas talvez pelo alinhamento das estrelas ou por interferência dos aviões que passavam eu toquei até bem e ele nem deu show. Claro que juntou gente, sempre junta gente, os mano zoeiro, as maria-palheta da vida, os fãs de música boa, e os curiosos de sempre. E ela tava lá no meio das amigas e amigos. Toquei tentando não olhar pro lado dela, pra não dar bandeira, mas confesso que bateu aquele ciuminho instantâneo, pois tinha mais amigo que amiga perto dela…

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Ela nem fez nada.
Ela apenas se destacou no meio da galera…

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Eu nunca tive muito a ver com ela…

Um ano sem Jules. #JB17

(originalmente postado no meu facebook.)

Esse é um tipo de post que eu não gosto de escrever. É amargo demais. A gente que ama velocidade sabe que apesar da grande paixão por correr há riscos envolvidos. É uma faca de dois gumes. E meus olhos estão suando.

We miss you, Jules.

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Jules Bianchi na coletiva de imprensa pré-GP da Bélgica de 2014. (Foto: Reuters)

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Um ano sem Jules. #JB17

Frenético

Um sobressalto. Acordo suado, mesmo com o ventilador de teto no máximo. O vizinho ainda está com a luz acesa; fora isso, está tudo escuro. O tempo é quente, mas há vento lá fora, as janelas estão abertas e o ventilador traz o refresco. Mas estou pingando de suor e meu corpo está tão aquecido como da última vez que estive contigo…

(Foto por Emotional Diary. http://www.emotionaldiary.org/)

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Frenético

Tirando um pouco das teias de aranha do blog.

Oi.

Há exatamente um mês atrás, minha mochila mítica da Red Bull Racing foi furtada.

Dentro dela estava um monte de coisa. Mas nada importa, porque dentro dela tinha meu notebook, com coisas da faculdade que estavam lá desde 2010. Livros, anotações de aula, imagens, programas, códigos, vídeos, músicas (MUITAS músicas), e mais um monte de coisa. Everything is gone. 😥

Não que eu já não tivesse preguiça e falta de tempo pra postar aqui, mas agora eu tenho um motivo mais forte ainda.

Já estou com outro notebook novo, comprei depois de 1 semana, mais ou menos.Lógico que tá complicando o financeiro meu e de mamãe, que (acho que contei aqui) nos mudamos pro local atual a quase 1 ano e ainda estamos pagando uns móveis e começando a respirar nos cartões da vida. Mas preciso do computador, afinal. Portanto, se pá eu volto a escrever aqui.

Queria só esclarecer essa treta. Até mais.

Tirando um pouco das teias de aranha do blog.